·2 min de leitura

Kit documentário: Sony FX3/FX30 ou Canon C70?

Câmera de vídeo profissional montada para captação em documentário, em locação externa.

Documentário é o gênero que mais castiga equipamento. Você grava horas seguidas, muda de locação sem aviso, enfrenta sol, sombra e entrevista no mesmo dia. O kit precisa ser leve, confiável e rápido de operar. Na Salva, dois caminhos se destacam pra esse tipo de trabalho.

Caminho 1: Sony FX3 ou FX30 + Tilta Mirage

A Sony FX3 é praticamente um padrão de mercado no documentário independente: full frame, sensibilidade absurda em pouca luz (dual ISO nativo), corpo compacto, gravação interna 4K robusta e sem limite de tempo. A FX30 entrega a mesma ergonomia e o mesmo menu com sensor Super 35, por um custo de locação menor. Pra quem entrega em 4K e trabalha com luz razoável, a diferença na tela é mínima.

O complemento que muda o jogo é o mattebox Tilta Mirage. Além de proteger a lente de flare indesejado em externa, ele aceita filtro VND, o que resolve um dos maiores gargalos do documentário: ajustar exposição rápido quando você sai de um ambiente interno pro sol do meio-dia, sem trocar filtro rosqueado e sem perder o momento.

Esse kit brilha quando o assunto é discrição e mobilidade. Cabe numa mochila, não intimida entrevistado e aguenta o dia inteiro na mão.

Caminho 2: Canon C70

A Canon C70 é câmera de cinema de verdade em corpo compacto: sensor Super 35 com DGO (dupla leitura de ganho, que entrega um range dinâmico excelente), filtro ND interno de até 10 stops, entradas mini XLR pra áudio profissional e ergonomia pensada pra vídeo, com botões físicos pra tudo.

O ND interno merece destaque: no documentário, é a diferença entre perder e pegar a cena. Um toque no botão e você compensa a luz sem encostar na lente. As entradas XLR permitem plugar lapela e direcional direto no corpo, com controle de ganho independente, dispensando gravador externo em muitas situações.

E o gimbal Ronin RS3 Pro?

O DJI Ronin RS3 Pro entra quando a narrativa pede movimento: planos de passagem, acompanhamento de personagem, transições de locação. Ele carrega tanto a FX3 quanto a C70 com folga, tem travamento automático dos eixos e calibração rápida, o que importa muito quando você monta e desmonta várias vezes no dia.

A dica de quem já rodou muito doc: não leve o gimbal "por precaução". Leve quando o roteiro pede. Gimbal parado na mochila é peso morto; gimbal planejado é produção com cara de cinema.

Resumo da ópera

FX3/FX30 + Mirage: mobilidade máxima, pouca luz, equipe enxuta. C70: áudio integrado, ND interno, operação de vídeo raiz. Nos dois casos, o RS3 Pro entra como módulo de movimento. Quer ajuda pra fechar o kit olhando pro seu projeto? Chama a gente no WhatsApp.

Chamou. Salvou.

Bora tirar o seu projeto do papel?

Chama a gente no WhatsApp, conta qual é a sua produção e a equipe da Salva monta o kit certo com você.

Falar no WhatsApp